Rankings jurídicos: Qual o prazo do Chambers FinTech?

Saiba até quando é possível fazer a submissão neste ano e como ser reconhecido no diretório internacional ligado ao setor de tecnologia financeira

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Gabrielle Franhan, analista de rankings jurídicos e responsável por mais de 49 reconhecimentos

3/26/20264 min read

Imagem de medalhas para ilustrar guia sobre o Chambers Fintech
Imagem de medalhas para ilustrar guia sobre o Chambers Fintech

O avanço das empresas de tecnologia financeira transformou o mercado de serviços jurídicos em diversas jurisdições. Startups de pagamentos, bancos digitais, plataformas de investimento e empresas de infraestrutura tecnológica passaram a demandar assessoria jurídica especializada em temas regulatórios e estruturais ligados ao sistema financeiro.

Com o crescimento desse setor, diretórios jurídicos internacionais passaram a desenvolver pesquisas específicas voltadas para o ecossistema de inovação financeira. Entre essas iniciativas está o Chambers FinTech, um ranking jurídico internacional que analisa escritórios e advogados com atuação relevante em tecnologia financeira.

Cada vez mais empresas contratam somente escritórios de advocacia que já foram reconhecidos por rankings jurídicos. E, para a edição de 2026, o deadline para envio das submissões é 21 de maio de 2026. Mas não basta saber disso para conseguir alcançar o reconhecimento deste importante diretório.

Entender como funciona essa pesquisa ajuda profissionais do direito e escritórios de advocacia a compreender os critérios utilizados pelos pesquisadores e a forma como a atuação no setor fintech é avaliada globalmente.

Continuo lendo e vamos te indicar o melhor caminho por meio da assessoria para rankings jurídicos.

O que é o ranking jurídico Chambers FinTech?

O Chambers FinTech é uma pesquisa internacional dedicada à análise da atuação de escritórios e advogados que trabalham com empresas de tecnologia financeira. O ranking é publicado pelo diretório Chambers & Partners, conhecido globalmente por suas pesquisas sobre o mercado jurídico.

A pesquisa busca identificar profissionais que prestam assessoria jurídica em projetos e operações ligados à inovação financeira. Isso inclui atividades relacionadas a pagamentos digitais, plataformas financeiras, open banking, criptoativos, blockchain e outras tecnologias aplicadas ao setor financeiro.

Diferentemente de rankings organizados apenas por áreas tradicionais do direito, o Chambers FinTech analisa o trabalho dos advogados dentro de um ecossistema que reúne empresas de tecnologia, instituições financeiras e novos modelos de negócio.

Como funciona o ranking jurídico Chambers FinTech?

O processo de pesquisa do Chambers FinTech é conduzido por uma equipe internacional de pesquisadores especializados no setor de tecnologia financeira. Esses profissionais acompanham o desenvolvimento regulatório e as transformações do mercado em diferentes países.

Durante o ciclo de pesquisa, os analistas examinam informações enviadas pelos escritórios, analisam projetos relevantes e realizam entrevistas com clientes e profissionais do mercado.

Essa abordagem permite que os pesquisadores compreendam a atuação dos advogados dentro do ambiente regulatório e tecnológico de cada jurisdição, além de comparar experiências em diferentes mercados.

Como se candidatar ao Chambers FinTech?

Escritórios que desejam participar do ranking jurídico fintech podem enviar submissões contendo informações sobre sua atuação no setor.

Esses materiais ajudam os pesquisadores a compreender a experiência da equipe e os tipos de projetos em que os advogados estão envolvidos.

Veja como, entre as informações normalmente apresentadas nas submissões, estão:

• Descrição de casos ou projetos relacionados ao setor de fintech

• assessoria jurídica prestada a empresas de tecnologia financeira

• Participação em iniciativas inovadoras envolvendo serviços financeiros digitais

• Indicação de clientes que possam atuar como referências na pesquisa

Essas informações são utilizadas pelos pesquisadores como base para a análise da atuação do escritório no mercado.

Critérios de avaliação do Chambers FinTech

Assim como em outras pesquisas conduzidas por diretórios jurídicos internacionais, o Chambers FinTech utiliza diferentes critérios para avaliar escritórios e profissionais.

Veja abaixo como, entre os fatores considerados pelos pesquisadores, estão:

• Experiência jurídica em projetos ligados à inovação financeira

• Complexidade das operações ou estruturas analisadas

• Qualidade técnica do aconselhamento jurídico prestado aos clientes

• Reconhecimento de mercado e feedback obtido nas entrevistas com clientes

Entenda: Aqui falamos de critérios que ajudam a identificar advogados que atuam de forma consistente em projetos relevantes dentro do setor de tecnologia financeira.

Qual o prazo de submissão do Chambers FinTech?

O prazo de submissão para o Chambers FinTech varia a cada edição e é definido anualmente pelo Chambers & Partners.

Para a edição de 2026, como já informamos no início deste guia, o deadline para envio das submissões é 21 de maio de 2026.

Em geral, o período de envio ocorre no primeiro semestre do ano, sendo importante que os escritórios acompanhem o calendário oficial para garantir o cumprimento do prazo, uma vez que materiais enviados fora do período estabelecido normalmente não são considerados no ciclo de pesquisa vigente.

Marketing para advogados e o setor fintech

Por fim, vale ressaltarmos como o crescimento das fintechs trouxe novas demandas regulatórias e jurídicas em diversos países. Questões relacionadas a pagamentos digitais, plataformas financeiras e infraestrutura tecnológica exigem análise jurídica especializada e acompanhamento constante das mudanças regulatórias.

Sim, os advogados que atuam nesse campo frequentemente trabalham em matérias que envolvem direito bancário, regulação financeira, tecnologia, proteção de dados e mercado de capitais.

Por esse motivo, pesquisas como o Chambers FinTech procuram mapear profissionais que participam de projetos relevantes dentro do ecossistema de inovação financeira e que acompanham as transformações do setor.

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